Assim, o gigante moribundo acordou e o sonho de reflorestamento de milhões de hectares de terra arável no Niassa volta a ser um desafio e para a história ficaram projectos idênticos, como por exemplos o dos 400 mil hectares e recentemente o Mosagrius.
Na verdade, na primeira semana de Fevereiro findo, Matama, arredores da cidade de Lichinga, testemunhou a entrada em funcionamento de um empreendimento desenhado na base pelo Programa Malonda que na realidade passa pelo replantio do pinhal nesta zona norte de Moçambique.
Em 2003, o Programa Avante Niassa (PROANI), através do Programa Malonda, lançou o concurso para a exploração de 1500 hectares de florestas em Lichinga e 200 mil em Nungo, distrito de Marrupa.
Ao meio surgiram quatro empresas das quais foram selecionadas duas, nomeadamente a Saxonian Estates e a Diocese de Vestrose (Igreja Sueca).