Posto isto, iniciar-se-á a produção de viveiros e respectivo plantio nas zonas inicialmente programadas.
Os suecos da Diocese de Vestrose em parceria com a Igreja Anglicana do Niassa e o Programa Malonda criaram a empresa “Chikwetti”.
Ambas vão trabalhar numa área de 46 mil hectares, investindo 30 milhões de dólares num prazo de 10 anos.
A zimbabweana Saxonian Estates formou com o Programa Malonda a empresa Niassa florestal Lda, que vai trabalhar 120 mil hectares, investindo 50 milhões de dólares num horizonte de 20 anos.
Porquanto, estão garantidos cinco mil postos de trabalho permanentes, podendo atingir os 10 mil na altura da plantação.
Os resultados destas plantações começarão a ser colhidos a partir de 2015, segundo estudos realizados e apresentados em Lichinga.
Nesta altura, entrarão em funcionamento carpintarias, serrações, transportes rodoviário e ferroviário e uma indústria ligada a florestas.
A linha-férrea Cuamba-Lichinga é uma das infra-estruturas beneficiárias deste projecto florestal duma vez que será usada para o transporte dos produtos, na sua maioria já acabados, para os mercados fora da província do Niassa.
Contrariamente aos outros projectos desta natureza, não serão exportados toros, simplesmente a madeira serrada será exportada e os 80 milhões de dólares inicialmente programados poderão ser ultrapassados com a entrada em funcionamento plena dos empreendimentos.