Tito Gouveia, coordenador da AMODER/MALONDA, o maior financiador da actividade de comercialização na província, em declarações a este semanário independente do Niassa disse que não se pode arriscar financiar uma comercialização encravada e a solução passa por esperar os melhores dias. “O dinheiro não está a rodar. Nesta situação a AMODER/MALONDA/EXPORT MARKETING vendo que o mercado está parado, não vai arriscar dar seu dinheiro até que a situação se altere”, escreve o jornal, citando Tito Gouveia.
Entretanto, as autoridades da indústria e comércio na província afirmam que a comercialização nesta parcela do país atingiu 40 por cento, com milho, feijão manteiga e arroz na dianteira dos produtos mais comercializados.
Enquanto isso, o mesmo jornal escreve que cerca de 7 milhões de meticais da nova família foram arrecadados na campanha agrícola 2005-2006, no distrito de Marrupa. O valor, segundo uma fonte do governo distrital, é resultante da produção familiar daquela região do Niassa.