Paulo Taquinho, director daquele internato, disse as câmaras da Televisão de Moçambique esta semana que as reservas alimentares, constituídas de arroz e ervilha vão até dia 15 do corrente mês.
Notícia do sector de Educação e Cultura da cidade de Lichinga indica que 180 estudantes da Escola Secundária Paulo Samuel Kankhomba e residentes no lar masculino da mesma escola estão sem comida.
Enquanto isso, a situação no lar feminino Josina Machel da mesma escola é considerada como estável, segundo a mesma estação de televisão em Lichinga, aquele lar tem comida suficiente para as alunas aí internadas até ao final do ano.